Léo Almada, ex-presidente, confirma compra de votos nas eleições do América/RJ

No final de 2017, Sidney Santana, com apoio do antecessor, Léo Almada, foi eleito presidente do América, cargo que deverá ocupar, se a Justiça permitir, até 2020.
Ambos, obedecedores de ordens de Marco Antônio Teixeira, tio do notório corrupto Ricardo Teixeira, ex-mandatário da CBF, que anda aprontando no clube.
O leitor terá detalhes ao clicar no link a seguir:
Tio de Ricardo Teixeira e o cartão de crédito para tomar dinheiro do América/RJ
Antes do pleito, porém, houve enorme confusão de bastidores, entre as quais uma reunião, a portas fechadas (que durou duas horas), entre Léo Almada, seus dirigentes e líderes da chapa oposicionista “Garra Americana”, que, em protesto, retirou-se da disputa e ingressou na Justiça solicitando anulação do pleito..
O Blog do Paulinho teve acesso à integra do bate-papo, que foi gravado por diversas fontes presentes.
Em resumo: presidente e vice do Conselho Deliberativo renunciaram, dias antes das eleições e, ato contínuo, revogaram todos os atos por eles firmados no processo eleitoral em curso, incluindo convocação de votantes, etc.
O presidente, então, segundo estatuto, seria obrigado a convocar o Conselho para restabelecer o comando do órgão, para que este, novamente, referendasse as regras da disputa presidencial, mas, em vez disso, decidiu dar continuidade ao que já estava, legalmente, interrompido.
Outro problema, foi a estranha mudança de lado de 18 membros que, antes, haviam assinado compromisso de disputar o pleito pela oposição, mas, dias depois, figuravam na chapa de situação, com estranho aval cartorário, assinado por dirigente ligado à gestão.
A desconfiança evoluiu para uma confissão.
Ao ser abordado sobre os hábitos de comprar votos, desde a eleição passada, Léo Almada, sem constrangimento, confirmou, após afirmação de seu ex-coordenador de campanha, tê-lo feito (pagando mensalidades atrasadas de votantes), consentindo ainda com a ideia de que faz o que bem entender de seu dinheiro.
Levando-se em consideração que, nos dias atuais, não cai uma folha de árvore na sede do América sem consentimento de Marco Antônio Teixeira, não há necessidade de ser gênio para ligar os pontos e entender a situação.

1 Comentário