Presidente da Portuguesa estaria fechando negócios do clube com investidores ligados ao crime organizado

Ontem, no grupo de whatsapp “Legião Lusa”, o associado da Portuguesa, Rafael Paschoal de Sá, fez grave alerta sobre os negócios que estariam sendo tocados no Canindé, pelo presidente Alexandre Barros.
“Ele está negociando com o PCC”, disse.
O objeto da revolta é a Feirinha da Madrugada, que está sendo construída dentro da Lusa, e que, dizem, poderia gerar R$ 500 mil mensais em alugueis.
Segundo Raphael, o presidente Barros estaria “chutando” o investidor inicial do negócio, o Sr. Augusto, para colocar empresários ligados ao crime organizado, que seriam os mesmos que colocaram dinheiro na equipe do Água Santa, tempos atrás, que chegou a disputar a primeira divisão do futebol paulista.
Em áudio, a que o leitor terá acesso ao final da postagem, o denunciante afirma existirem provas deste rolo, e que elas estariam com Augusto.
“Ele (Alexandre Barros) não tem noção da gelada, da enrascada, em que pode estar metendo a Portuguesa – que deve dois meses de salários a seus jogadores”, alerta Raphael.
