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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A falsidade é uma ótima submissa às regras”

Adágio de: David de Jesus Araujo

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Aqui mando eu         

Estas foram às palavras dita por Dionísio Roberto Domingues, quando de uma das improdutivas reuniões com os componentes da submissa CA-FPF, na época que era presidida por Edmilson Corona, tendo como suplente e atual presidente José Henrique de Carvalho

Probabilidade

A submissão pode ter varias causas; qualquer que sejam, não pode estar na frente do  caráter, que é o conjunto das qualidades e defeitos de uma pessoa, fatores, que vão determinar sua conduta e a sua moralidade

Concluo

Todos os componentes da CA-FPF, sabem e bem que Dionísio Roberto Domingues foi e é contumaz sabujo  do presidente Reinaldo Carneiro Bastos, a quem deve sua nomeação

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Daniel Alves. O desavergonhado  

Profundamente deselegante as declarações do brasileiro Daniel Alves, defensor do Paris Saint-Germain, sobre a cobertura da imprensa europeia quando da morte súbita (infarto) do atleta Davide Astori, defensor da equipe do Fiorentina e seleção italiana, ocorrida no domingo 04/03/ 2018, ao afirmar que:

“Milhares de crianças morrem de fome e não recebem tanta atenção”

Fosse defensor das injustiças, Daniel Alves um dos vários hipócritas que militam no mundo futebolístico, teria dito o mesmo sobre a repercussão referente à lesão e operação do seu amiguinho Neymar, o sem caráter. Né não?

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10ª Rodada da Série A1 do Paulistão – 2018

Domingo 04/03

Santos 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

Assistente 01: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo

Assistente 02: Evandro de Melo Lima

Quarto Árbitro: Salim Fende Chavez

Item Técnico

Tomando por base que 90% das cobranças de penalidade máxima são convertidas em gol, sou convicto que; indiretamente, Luiz Flavio de Oliveira influenciou no resultado; explico:

– mesmo com visão possivelmente obstada pelos pés dos litigantes, prejudicou a equipe santista por ter apontado e determinado fora da área à falta acontecida dentro da área grande, do lado direito, pouco antes da linha divisória, cometida por um dos defensores do Corinthians, no santista Leo Cittadini nos minutos finais da refrega

Inadmissível

Não me conformo com os comentários de alguns conhecedores das leis do jogo, por terem usando de chacotas para com o erro cometido por Luiz Flavio de Oliveira

Item Disciplinar

Entendo que embora tenha advertido corretamente com cartão amarelo 03 santistas e 03 corintianos, Luiz Flavio de Oliveira poderia sido mais enérgico para com as travessuras cometidas por Romeiro, atacante corintiano, como também, para com as faltas perpetradas por seu consorte Fagner

11ª Rodada – Quarta Feira 07/03

Corinthians 1 x 0 Mirassol

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

Assistente 01: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa

Assistente 02: Gustavo Rodrigues de Oliveira

Quarto Árbitro: Rodrigo Santos

Item Técnico

Classifico o desempenho do árbitro, pouco acima do péssimo nível da contenda

Item Disciplinar

Advertiu com cartão amarelo 03 defensores do Corinthians e 03 do Mirassol

Quinta Feira 08/03

Palmeiras 2 x 0 São Paulo

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Assistente 01: Danilo Ricardo Simon Manis

Assistente 02: Daniel Paulo Ziolli

Quarto Árbitro: Adriano de Assis Miranda

Item Técnico

Dentre as faltas não marcadas, a principal: a claríssima penalidade máxima cometida por Trellez, defensor do São Paulo no palmeirense Dudu, ocorrida sob suas vistas, no interior da área grande são-paulina, lado esquerdo do ataque alviverde

Item Disciplinar

Nos primeiros minutos da refrega ocorreram lances gravíssimos, o assoprador deixou o bicho pegar e, nada de cartão; aproveitando pequeno desentendimento entre o palmeirense Vitor com o oponente Marcos Guilherme, sem pestanejar, na cara dura, tirou o cartão do bolso, advertindo os dois

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Política

Santa ira

Nos falta àquela indignação cívica que motiva as transformações necessárias

Se Deus é bom, por que sua ira recai sobre os homens e não apenas o seu amor? Essa é uma pergunta que teólogos responderam dizendo que Deus não era mau e que a Sua ira santa era o caminho que levaria os cristãos pecadores à redenção e ao paraíso. Afinal, o contrário da bondade e do amor não seria a ira, mas sim a indiferença – essa a atitude a ser temida, pois significaria que Deus não acreditava no poder de regeneração das almas pecadoras.

A ira santa de Deus popularizou-se como a santa ira dos homens ou a ira do bem. Ela aparece na explosão indignada de quem não consegue assistir passivamente ao que é injusto, incorreto ou amoral. A santa ira vem de dentro e invoca a razão e a ética em defesa do que é certo. Sem ela, não há transformação, só apatia. Mantém-se o status quo e vai-se adiante, mas sempre um pouco pior.

Mais ou menos como estamos hoje no Brasil. Somos diariamente bombardeados por notícias e fatos absurdos e vamos nos acostumando, numa condição de normalidade surreal.

Somos o País que concede, com dinheiro público, auxílios moradia, educação, alimentação, livros, etc., para aqueles que têm estabilidade de renda, enquanto não conseguimos prover saúde ou educação de qualidade, gratuitas, para quem não pode pagar. Convivemos com uma associação de juízes que promove greve em favor do desrespeito à lei ao mesmo tempo em que defende o cumprimento das leis pelos outros. Temos o sistema de Previdência mais injusto do mundo, que transfere recursos públicos para os que estão no topo da distribuição de renda, que permite aposentadorias precoces e generosas para alguns e que faz multiplicar o número de filhas de militares solteiras-casadas. Afinal, aqui o direito se adquire mesmo que a condição não esteja presente e apesar do risco concreto de deixarmos todos ao relento.

Concedemos incentivos fiscais e desonerações sem avaliar seus resultados e nos convencemos de que não são renúncia de receita, e sim subvenção a investimento. Fomentamos uma indústria nascente há mais de 60 anos e tributamos de forma regressiva, fazendo aqueles que ganham menos pagarem mais. Convivemos com um sistema tributário caótico e combatemos a falta de uma política de desenvolvimento regional com uma guerra fiscal que incentiva a alocação ineficiente de recursos. Mas preferimos não atentar para os caminhões trançando o País em estradas esburacadas, consequência da falta de capacidade de investimento do setor público.

Promovemos anistias fiscais anuais, premiando quem não paga imposto em detrimento dos que encaram a alta carga tributária como obrigação cívica. O que arrecadamos financia uma máquina pública enorme. Ao mesmo tempo, garantimos aumentos salariais descolados dos aumentos de produtividade e desconectados da qualidade do serviço que o cidadão recebe. Contratamos via concurso público sem planejamento, mas convivemos com escolas caindo aos pedaços e hospitais sem remédios. A Lei de Responsabilidade Fiscal virou “lei para inglês ver”, pois fazemos de conta que o que se paga de salário não é salário, mas a cada mês valores maiores são transferidos à conta de despesa de pessoal e menos sobra para investimento. Nesse desbalanço, o servidor também paga a conta. Basta ver os atrasos de salários e aposentadorias Brasil afora, as condições de trabalho e, muito mais trágico, o recorde de assassinatos de policiais no Rio de Janeiro.

Ah, o Rio… esse foi tomado de assalto. Afundado no caos, ainda assiste à resistência dos poderes locais a uma completa revisão institucional, como se a saída do fundo do poço fosse cavar mais fundo.

Diante de tantos absurdos, está nos faltando a santa ira, a ira do bem. Aquela indignação cívica que não admite a injustiça e motiva as necessárias transformações. Aquela força difusa, a única que pode recolocar o eixo de leis e políticas públicas de volta no cidadão. É hora de resgatar a razão. Somente a santa ira nos levará a um outro Brasil. O Brasil em que queremos viver.

Criadora: Ana Carla Abrão – Economista e colunista do Estadão publicado no dia 06/03/2018

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Finalizando

“Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível”

Mahatma Gandhi – foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano e o maior defensor do Satyagraha, que significa: A busca da Verdade como um meio de revolução

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-10/03/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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One Response to “Coluna do Fiori”

  1. Euclydes Zamperetti Fiori Says:

    CORREÇÃO

    Quando de minha participação na programação radiofônica/Youtube, pronunciei erroneamente o nome do árbitro Flavio Rodrigues de Souza que trabalhou na contenda Palmeiras 2 x 0 São Paulo, chamando-o de Flavio Rodrigues de Oliveira

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