A morte da revista Placar

Leitura obrigatória entre os amantes do esporte ao longo de décadas, principalmente entre os anos 70 e 90, a revista Placar morreu, vendida pela Editora Abril à empresária Patrícia Tendrich Pires Coelho, 47 anos, presidente da empresa de navegação e logística MLog, fusão entre a Manabi e a Asgaard Navegação. que tem quatro mil empregados diretos.
Korea Investment Corporation (KIC), OTPP, EIG e Southeastern AssetManagement são seus sócios no ramo náutico.
Patrícia foi diretora, também, do complicado banco Opportunity, frequentemente implicado em investigações da Polícia Federal.
Ex-colaborador da publicação revela que a negociação, que, segundo o Blog do Juca, girava em torno de US$ 6 milhões, em verdade custou um pouco mais, para indenização dos assinantes que restavam, além doutros compromissos trabalhistas e comerciais.
“Patrícia não teve interesse em manter nada… Placar como conhecíamos morreu! Ela aproveitará apenas a marca…”
O nome “Placar” será utilizado num site que já estaria acertado come equipes do Rio de Janeiro para transmissão ao vivo de jogos do Estado, talvez os Cariocas de 1ª e 2ª divisões, entre outros.

