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Receita Federal obriga Crefisa a tratar “ajuda” ao Palmeiras como empréstimo

Antes com difícil checagem, as “ajudas” da Crefisa ao Palmeiras, fora do especificado em contrato de patrocínio, entre as quais e, principalmente, a aquisição de jogadores, terão agora que ser efetuadas sob contratos de empréstimos.

A exigência é da Receita Federal, para a afastar suspeitas de “lavagem de dinheiro”

O contrato de Lucas Lima, que custará quase R$ 1 milhão mensais, está enquadrado em novo formato.

Algumas questões, por isso, precisam ficar claras.

Qual taxa de juros cobrada pela financeira, levando-se em consideração que, em média, pratica exorbitantes 20% ao mês a seus demais clientes ?

O clube acha interessante para a agremiação amarrar-se a sucessivos acordos de empréstimos com uma patrocinadora que também é conselheira alviverde – em claro conflito de interesses – com possibilidade de, em caso de desacordo, comercial ou político, exista chance de grave comprometimento financeiro ?

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4 comentários sobre “Receita Federal obriga Crefisa a tratar “ajuda” ao Palmeiras como empréstimo

  1. Desculpa Paulinho, acompanho seu blog diariamente e acho fantástico o seu trabalho fora da curva, porém o caso da multa da Receita Federal a Crefisa não foi dessa forma como você citou no post. Sou contador especializado em contabilidade tributária e auditoria. O que os auditores do carf alegaram pra efetuar tal multa, era que a Crefisa, quando colocava dinheiro no Palmeiras pra compra de reforços como foi feito no caso do Borja, era feito uma compra de propriedade de marketing, onde era lançado na contabilidade da Crefisa como despesa, consequentemente abstendo o valor da base de cálculo para o IRPJ. Sendo assim, não se trata de algo relacionado a lavagem de dinheiro e sim a abatimento no valor que deveria ser usado pra calcular o imposto a ser recolhido.
    Paulinho: a Receita está preocupada com todas as distorções que possam favorecer ações criminosas… evidentemente, não tratariam abertamente uma prevenção…

  2. Digo isso porque uma vez vi uma matéria no blog do Cosme Rimoli citando a fortuna do ex gerente de futebol do São Paulo como acionista da Natura onde o jornalista considerou o faturamento bruto da empresa e jogou a porcentagem de propriedade do mesmo pra calcular quanto ele tinha lucrado no ano, algo hilario pra alguém que entende um pouco que seja de contabilidade e que pode consequentemente confundir quem não entende.

  3. nesse caso não há lavagem de dinheiro, e sim alguma tentativa de sonegar, que se confirmada, implicará em multa e recolhimento do valor devido.
    vale lembrar que instituições financeiras são vigiadas de perto pelo Banco Central.
    É muito dificil para algum banco ou qqer financeira burlar as regras e escapar da vigilância. A fraude é detectada antes da quebra. Foi o que aconteceu com o Banco Panamericano. .. Mesmo o Banco do Brasil sendo estatal, é baixo o números casos de fraudes ali. A exceção fica por conta da CEF. Por ser 100% estatal fica a mercê da quadrilha que assola o pais. E ao contrário do BB, não passa pelo controle da CVM.

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