Caso Pablo escancara pequenez de Flávio Adauto no Corinthians

“Estou muito triste. O que está acontecendo comigo agora pode vir a acontecer com qualquer outro jogador do Corinthians no futuro. E isso é lamentável”
(PABLO, zagueiro heptacampeão brasileiro pelo Corinthians)
O zagueiro Pablo e o Corinthians não chegaram a acordo de renovação de contrato, portanto o atleta está, desde já, livre para assinar com outra equipe em 2018.
É assim que funciona o futebol profissional.
Passionais, parte menos inteligente dos torcedores do clube, fomentadas por pessoas contratadas para promover o caos, invadiram redes sociais para detonar o jogador.
Acovardados, dirigentes alvinegros, com a conivência de Flávio Adauto, decidiram impedir que o jogador dispute, hoje, a partida festiva contra o Atlético/MG, ocasião em que todos os heptacampeões brasileiros receberão homenagens e levantarão o troféu do campeonato.
Pablo foi absolutamente decisivo para a conquista.
Vale lembrar que o contrato do zagueiro termina apenas no dia 31 de dezembro, ou seja, mais um mês, período em que receberá salários, dinheiro que sairá dos cofres do clube e não do bolso de Flávio Adauto, um dos que proibiram o atleta de jogar pelo Timão até o final do ano.
O Corinthians, enorme a ponto de vencer campeonatos mesmo em períodos em que é saqueado por bandidos, não merece a pequenez de cartolas capazes de injustiçar um profissional, em prejuízo do clube, para não desagradar odiadores de internet.
