São Paulo não pode se dar ao luxo de fazer caridade a Kaká

Ex-jogador em atividade, o meia Kaká, que há tempos não consegue se destacar no futebol, ensaia, para o ano que vem, retorno ao São Paulo Futebol Clube.
Estará com 36 anos, acompanhando de limites físicos notórios e confessados em recentes entrevistas.
O São Paulo, em situação absolutamente desconfortável (no esporte e na política), não pode se dar ao luxo deste caríssimo ato de caridade.
Dar dinheiro a Kaká em troca de pouca produtividade (suas duas últimas temporadas nos EUA foram fraquíssimas) é atentar contra a própria história do ídolo no clube.
Mais produtivo seria pagar-lhe para emprestar a imagem em ações publicitárias, ambiente em que nunca deixou de produzir.
A contratação de Kaká, assim como ocorreu com Rogério Ceni para treinador antes deste possuir a experiência necessária para a função, não atende às necessidades do São Paulo, apenas a de seus cartolas, que surfarão por algum tempo na onda de prestígio do jogador, ocultando, midiaticamente, os diversos problemas do Tricolor.
