A Argentina nas mãos de marginais

Em janeiro de 2016, o Blog do Paulinho publicou matérias esclarecendo que o então novo presidente da Argentina, Maurício Macri (que foi presidente do Boca Juniors), até então endeusado pela mídia, havia indicado como chefe da Agência Federal de Inteligência (espécie de FBI argentino), o empresário de jogadores, investigado como mafioso no Brasil, Gustavo Arribas.
Ambos teriam, em exemplo, embolsado, indevidamente, US$ 2 milhões somente na transferência de Tevez para o Corinthians, pagos pela MSI, à época gerida pelo iraniano Kia Joorabchian.
Ontem, o jornal “O Globo” trouxe à luz a informação de que Arribas, em 2013, recebeu US$ 600 mil oriundos do doleiro brasileiro Leonardo Meirelles, em pagamento de propina, pela Odebrecht, como maneira de viabilizar a obra da ferrovia Sarmiento.
A quantia foi transferida em cinco depósitos, entre 25 e 27 de zembro de 2013, para uma conta do Chefe da Inteligência argentina na Suiça, à partir de off-shores de Hong-Kong, intermediadas por uma empresa de fachada frequentemente utilizada pela construtora, a RFY Import & Export Limited.
