Presença da “Lava-Jato” em “boca-livre” assustou líderes da “Nova Oposição” do Corinthians

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Em meio à reunião de “boca-livre”, financiada pelo conselheiro do Corinthians, Edgard Soares, causou tremedeira à alguns, espanto para outros, a presença de um grupo trajado de roupa preta, com o distintivo que remete ao da Polícia Federal, com a inscrição “Lava-Jato”.

Principalmente porque o local do evento, a produtora “BigBox”, é investigada por negócios realizados com o PT, durante as eleições presidenciais.

Pode-se dizer, inclusive, que a empresa, antes uma simples revendedora de decorações, decolou após a injeção de dinheiro que a verdadeira “Operação Lava-Jato” desconfia, pode ser de origem ilícita.

Edgard Soares tem ligações comerciais estreitas com o PT, nem todas confessáveis, apesar de ser desprezado pelos principais líderes do partido.

Em tempo: a “Lava-Jato” da festa trata-se de uma chapa que disputará as eleições para o Conselho do Corinthians

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