O verdadeiro quadro político do Corinthians

CBF - os ratos dividem o mesmo queijo

Nos últimos dias, a desinformação foi plantada na imprensa, com relação às composições políticas do Corinthians, no intuito de confundir, beneficiando gente que vive trocando de lado no clube, de acordo com a conveniência.

O grande emissor das mentiras foi o grupo “ratos do porão” que segue à risca a cartilha do 171 do Vale do Paraíba.

Em verdade, o quadro no alvinegro divide-se entre situacionistas, opositores e flexíveis (muitos deles dissidentes da situação).

Entre os defensores da atual política do clube, encontra-se seguidores dos presidentes Roberto “da Nova” Andrade, Andres Sanches e Mario Gobbi.

Existe, entre eles, a possibilidade de lançar candidato “puro sangue” (ligado ao grupo) ou a união em torno do nome de Paulo Garcia (dono da Kalunga), que exerce influência em três cargos importantes no Timão: finanças, futebol e secretaria da presidência.

Na oposição do Corinthians, o quadro é mais definido, sem margem à profundas alterações.

Roque Citadini será o candidato a Presidente, apoiado por aqueles que, desde sempre, mantiveram-se contrários aos procedimentos das últimas gestões.

Por fim, existem os “ratos do porão”, liderados por advogados que, por diversas razões (nem todas nobres), romperam com a situação, sob coordenação do 171 do Vale do Paraíba e sua obscura rede de manipulação midiática, ampliada agora com a ressonância de ex-jogadores, antes ferrenhos apoiadores da gestão (a ponto de tratarem-se por “meu irmão”).

Se entre situação e oposição, podendo ou não discordar de ideias, há, ao menos, coerência de procedimentos (para o bem ou o mal), nos dissidentes “ninguém é de ninguém”, tamanha é a promiscuidade.

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