FBI na “Lava-Jato” faz turma do Corinthians, ligada ao “negócio Pato”, correr dos EUA

duilio miami

As informações dando conta de que o FBI decidiu entrar da cabeça para cooperar nas investigações da “Operação Lava-Jato”, solicitando, inclusive, os contratos da Odebrecht com o Corinthians, deixaram dirigentes do clube, e seus prepostos, desesperados.

Os americanos acreditam que boa parte do dinheiro (propina) teria sido lavada nos EUA.

Em Miami, Lucas Sanchez, filho do ex-presidente do Corinthians, deputado federal Andres Sanches, tem sob sua responsabilidade algumas “baladas” (entre as quais uma sociedade no badalado “Paris 6”), além dum apartamento de frente para o mar.

Diante do histórico de ambos, profissional e pessoal, acredita-se que o rebento seria apenas “laranja” do próprio pai.

Chama a atenção que estes bens foram adquiridos apenas após o início das obras em Itaquera, concomitantemente à contratação de Alexandre Pato, que pode ter sido utilizada, também, para disfarçar dinheiro incomprovável.

Não deve ser por acaso que o filho de Andres tem passado mais tempo, ultimamente, no Brasil.

Noutro “front” dessa gente, o escritório da Providence, em Miami (intermediadora do dinheiro de Pato), que tinha um dos diretores do Corinthians à época, Duílio “do Bingo” como gestor, foi sumariamente fechado, com direito a “corre-corre” após a chegada, no meio do ano, de uma intimação do FBI no local.

À época, quando recebemos a informação não sabíamos exatamente o motivo da investigações (acreditávamos ser apenas pelos desvios de dinheiro da contratação do jogador), mas agora tudo parece fazer um pouco mais de sentido.

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