Andres Sanches diz que tem vontade de matar jornalista e que roubava quando era torcedor

Andres laranja

O deputado federal Andres Sanches, em entrevista publicada no UOL, relatou peculiaridades de sua vida pessoal e também como dirigente de futebol.

Poucas foram as novidades, a não ser, talvez por medo da “Lava-Jato”, um elogio pouco sincero ao trabalho do juíz Sergio Moro, a quem criticava, abertamente, dias atrás:

“Uma pessoa que apareceu e ninguém sabia quem era e, no momento que o país está vivendo, está sendo muito importante para o Brasil. Com exagero aqui, exagero lá. Porque todas ações tem reações, mas está sendo importante. Nem conheço ele, mas está fazendo o trabalho dele.”

Mas foi no material em vídeo, que entrecorta o conteúdo escrito, que encontramos duas pérolas que decidimos dividir com nossos leitores.

Questionado sobre determinado jornalista (que não tem o nome citado), crítico ao dirigente, Sanches respondeu:

“(…) vontade de matar o cara ! Até porque ele não me ouviu… a pessoa te julga, comenta sobre você, e nem sabe de onde você é, de onde você veio e quem você é… nesse país o maior crime que se tem é se tornar uma pessoa pública”

Seria interessante, apesar de desconfiarmos, saber de quem se trata.

Por fim, o deputado, orgulhoso, contou como era seu esclarecedor comportamento nos tempos em que assistia jogos do Corinthians através de caravanas de torcidas “organizadas”:

“(…) o que as vezes fazíamos era, quando eu estava em caravana, parar em restaurante, lanchonete, e saímos sem pagar, sai dois sem pagar, sai três sem pagar… essa foi a maior coisa que eu fiz, eu sempre fui contra briga, eu acho que briga é ignorância da nação…”

No linguajar das “organizadas”, este procedimento ainda existe, e é apelidado de “paradinha para roubar”.

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