Carlos Nuzman protagoniza novo capítulo ditatorial no desporto nacional

Nuzman mente e desafia Ministério do Esporte

Nas próximas horas, o COB “elegerá” Carlos Nuzman como seu presidente, candidato único que é, condição facilitada por estranha reconsideração de sentença, realizada pelo desembargador Marcelo Lima Buhatem, que em maio havia deferido pleito do candidato oposicionista Alaor Azevedo, agora limado da disputa.

O Estatuto do Comitê, ardilosamente, obriga qualquer candidato a se registrar com antecedência de oito meses para o pleito, com obrigatoriedade de apoio, assinado, de no mínimo dez presidentes de Federações.

Quem ousaria se contrapor a Nuzman, responsável por direcionar recursos financeiros do COB às entidades, meses antes das Olimpíadas ?

Nuzman completará 25 anos infelicitando o desporto nacional, que durante o triste período de sua gestão não evoluiu um passo sequer, seja na direção da inclusão social esportiva ou nos resultados de alto desempenho.

Porém, a bem da verdade, poucos avançaram, como fez a administração do atual mandatário do COB, em enriquecimento pessoal de dirigentes com difícil comprovação de origem, além de suspeitas, quase diárias, de desvios de conduta ligados a práticas que sugerem corrupção.

Nestes quesitos Nuzman é um verdadeiro Michael Phelps do Olimpismo brasileiro, quase insuperável, um “mito” que, diferentemente dos “amadores” da CBF, não precisa se esconder de investigações do FBI, talvez por saber esconder, como poucos, suas reais atividades.

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