Marta da show, Brasil encanta e se classifica nas Olimpíadas

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A Seleção Brasileira de futebol feminino, jogando um futebol de fazer sonhar, arrasou com a Suécia, vencendo por cinco a um, encantando os felizardos que lotaram o estádio Olímpico.

Marta, excepcional, foi a regente de um time que não tem medo de ousar.

O primeiro tempo iniciou-se com o Brasil empolgado, partindo para cima das suecas.

Porem, aos 10 minutos, por pouco uma bobeada da defesa não pôs tudo a perder, mas a goleira Barbara, bem colocada, salvou a lavoura.

Tres minutos depois foi a vez da arqueira sueca evitar gol certo de Marta.

Aos 20 minutos, esperta, Beatriz aproveitou-se de indecisão do setor defensivo adversário e abriu o marcador.

No embalo, aos 24 minutos, Marta escapou pela esquerda e rolou para Cristiane, de letra, marcar um gol magnífico.

O Brasil queria mais e Marta, aos 34 minutos, passou por duas jogadoras, mas bateu por cima da meta.

A justiça foi feita aos 43 minutos, quando Cristiane, derrubada na área, sofreu pênalti e Marta, enfim, coroou sua brilhante atuação com o primeiro de seus gols nas Olimpíadas 2016.

No segundo tempo, o Brasil iniciou esperando a Suécia, que encontrava enormes dificuldades em transpor a ótima marcação nacional.

O estádio quase veio abaixo aos 10 minutos, quando Formiga, aplaudida de pé, deu lugar a Andressinha.

Cristiane, aos 18 minutos, sentiu a coxa e foi substituída, preocupando a Seleção para a sequência do torneio.

Com vocação ofensiva, o Brasil, mesmo se poupando e admistrando o resultado, tocava a bola, mas não abdicava de partir para o ataque.

Um deleite.

Marta, aos 28 minutos, no intuito de dominar a jogada, fez embaixadinha para, em sequência, deixar uma de suas companheiras na cara do gol, mas a arbitragem assinalou impedimento.

Aos 34 minutos, Marta, como se fosse Pelé (não é ?), tabelou com a zaga adversária, matou de chaleira, saiu na frente e marcou o quarto gol brasileiro.

Impressionante !

Deu tempo ainda para, aos 40 minutos, Beatriz dominar na entrada da área e bater, com categoria, no canto direito, sem chances para a goleira sueca.

Cinco a zero.

E para a Suécia, três minutos depois, fazer o gol de honra, em boa batida de Schelin.

No final, ficou claro que se forçasse, a Seleção Brasileira poderia ter aplicado uma goleada histórica, amparada num futebol vistoso, que há tempos não se joga na parte masculina do principal esporte tupiniquim.

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