São Paulo: a areia movediça e o precipício


Recente eleição à presidência do São Paulo foi disputada por dois candidatos: Carlos Miguel Aidar e Kalil Rocha Abdala.
Vencedor do pleito, o primeiro, pouco tempo depois, foi expulso do clube, acusado de corrupção.
Enquanto isso, o perdedor, que à época era investigado por desvios de conduta na Santa Casa, da qual era provedor, acaba de ser condenado a devolver R$ 56 milhões aos cofres públicos, frutos de novos “rolos”, envolvendo repasse de administração da Feirinha da Madrugada, no Brás (de responsabilidade do Hospital) para terceiros.
Difícil saber que opção era a pior para o clube.
Fica claro que a política Tricolor precisa, com urgência, de novos nomes, novos pensamentos, evitando, assim, a triste situação de ter que optar, para se salvar, entre pisar na areia movediça ou pular do precipício.
