Renan, o traficante e os R$ 15 milhões que o Corinthians jogou no lixo

renan e roberto andrade

“Nada entra ou sai do Corinthians, nem mesmo um alfinete, sem que o Andres Sanches receba comissão. Ele é conhecido por nós, empresários, como “Taxinha””.

(DIMITRIZ TZLAS, vulgo “Grego”, empresário de jogadores)

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Terminou o contrato de cinco anos do goleiro Renan (contratado em 2011 junto ao Avaí) com o Corinthians.

O saldo: R$ 15 milhões gastos entre aquisição e salários, apenas três jogos disputados e cinco gols sofridos.

A explicação: Renan pertencia ao Avaí, clube que havia terceirizado o departamento de futebol para o traficante internacional Ângelo Canuto (“fusca”, para a polícia, “padrinho”, na criminalidade), amigo do ex-presidente Mario Gobbi.

O acerto se deu por aval do agente Carlos Leite (comissionado em R$ 500 mil), do treinador Mano Menezes (que, para ajudar, convocou-o para uma única e estratégica oportunidade à Seleção Brasileira) e do atual presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, à época diretor de futebol, preposto do deputado federal Andres Sanches (PT)

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