Golpe político no Palmeiras ?

Trechos de sugestões para reforma estatutária do Palmeiras tem gerados dúvidas e até indignação entre conselheiros do clube, e precisam, antes de serem votados, melhor explicados.
O termo mais importante, a justa extensão de mandato do Presidente da Diretoria, de dois para três anos, não indica se, de cara, beneficiaria o atual mandatário, Paulo Nobre.
Se sim, trata-se, evidentemente, de golpe.
Situação que não pode ser referendada pelos palestrinos, sob pena de abrir precedente perigoso de manipulação das leis do clube a bel-prazer de quem estiver no poder.
A mudança é importante (dois anos, de fato, é um prazo curto), mas deve valer a partir do próximo mandato, assim como outras definições polêmicas, entre as quais a autorização, ou não, para remunerar dirigentes do clube, que também vem sendo discutida intramuros no Parque Antárctica.
