Nuzman delira em sabatina da FOLHA, mas trabalha por indicação ao Ministério do Esporte no Governo Temer

“O importante é que estamos trabalhando com o Ministério do Esporte e as confederações de uma maneira intensa para o crescimento do esporte no Brasil. O resultado final não é uma questão de vida ou morte. O importante no fim é que o Brasil vai se transformar após a Olimpíada”.
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O presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, participou ontem de sabatina na sede do jornal FOLHA DE S.PAULO, em que, como de costume, desandou a falar inverdades, delirou e distribuiu obviedades.
Nem mesmo o mais incauto brasileiro suporta mais escutar a milésima versão da promessa do dirigente de que “o Brasil vai se transformar”, desta vez inserida no contexto das Olimpíadas.
Há anos Nuzman vem com a mesma lorota (sempre intercalando torneios em que o COB participou da organização, como o PAN do Rio), sem que a referida transformação tenha evoluído por um período sequer.
Aliás, não há uma ação do dirigente que pode ser elogiada ou que ocasione esperanças, em toda a sua administração, o que não é pouca coisa.
O Brasil continua parado no tempo no que diz respeito à inclusão social no Esporte, não revela talentos na proporção que deveria (quando o faz, quase sempre, ocorre de maneira fortuita, por dedicação individual) e desconhece qualquer plano eficiente de gestão nas preparações que envolvem atletas de rendimento.
Ainda assim, aproveitando-se da instabilidade política nacional, informações de bastidores dão conta que Nuzman, auxiliado por lobby oriundo do Rio de Janeiro, estaria oferecendo sua “competência” para a pasta do Ministério do Esporte no Governo Temer, em vias de ser empossado.
Seria, se aceita a sugestão, o mesmo que condenar o desporto nacional à inoperância comprovada através de uma gestão caótica do COB, marcada não somente pela óbvia incompetência do dirigente, mas também por frequentes denúncias de corrupção.
