Corinthians omite a verdade sobre acordo com a TIM

Recentemente, o Corinthians passou pelo vexame de anunciar, em entrevista coletiva. acordo de patrocínio com a empresa KLAR, absolutamente desconhecida no cenário nacional.
Falou-se, inclusive, em proposta de R$ 400 milhões pelos “naming-rights” de Itaquera.
Era mentira, que se juntou a outras, também ligadas a estranhos patrocínios fechados pela gestão que se autodenomina “renovadora” e “transparente”.
Não pode ser esquecido o episódio em que o clube cedeu o espaço da camisa, em acordo pontual, com empresa de promoções, e depois, junto com os consumidores, tomou calote acima de R$ 1 milhão, após a revelação pública de que se tratavam de golpistas.
O Corinthians nada recebeu, mas um de seus conselheiros, tratado pela mídia como “craque Neto”, além de seu parceiro de “BAND”, Milton Neves, que fizeram propaganda do negócio, não reclamaram de calote.
No caso da KLAR, repetiu-se o procedimento, com exposição da marca (na camisa em em placas de publicidade) com estranho desinteresse dos dirigentes alvinegros em cobrar a fatura.
Agora, em novo acordo com a TIM, o clube vende como acréscimo de 50% do referido patrocínio, quando, em verdade, aceitou receber 50% menos do que havia acertado com a estranha KLAR, o que torna negócio ainda mais nebuloso.
A única certeza é a de que se revirarem a fundo todos os acordos intermediados pelo Departamento de Marketing do clube muita coisa sem explicação lógica, será revelada.
