Previsão orçamentária do Corinthians não inclui “naming-rigths” de estádio. Contrato com a Globo também é menor

roberto andrade

Ata de reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians, realizada em 14 de dezembro de 2015, detalha a explanação do diretor financeiro do Corinthians, Emerson Piovesan, sobre a Previsão Orçamentária para 2016.

No mesmo encontro, questionamentos de conselheiros (poucos) foram respondidos.

Em determinado momento, o conselheiro José Percival Nogueira entra no assunto “naming-rights”, que, por razões óbvias, não é previsto como receita neste ano.

Sem explicar a razão da não inclusão na previsão, Piovesan diz que, mesmo que a receita existisse, nada destes valores, nem os de bilheteria do estádio, entrariam para o Corinthians, sendo integralmente destinados ao Fundo gestor da Arena.

Explica ainda que somente após quitar o estádio (se quitar) o clube terá direito a 50% da entrada do dinheiro.

O diretor de finanças atesta, também, que, somente em dívida fiscal, o clube assinou acordo para pagamento de R$ 180 milhões com o PROFUT.

Causou espécie, no Conselho, a revelação de que dos R$ 23 milhões arrecadados com o plano “Fiel Torcedor”, mais de 1/3, R$ 8 milhões, são pagos para a empresa OMNI, que, dizem no Parque São Jorge, teria o deputado federal Andres Sanches (PT), como sócio oculto.

Piovesan desmente, também, informação da mídia de que o Corinthians receberá R$ 170 milhões acrescidos de mais R$ 27 milhões a titulo de “direitos de televisão”, deixando claro que o montante real será de R$ 148 milhões.

CONFIRA, NO LINK ABAIXO, ÍNTEGRA DA ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DO CORINTHIANS

Clique para acessar o ata-conselho-corinthians-14-12-2015.pdf

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