Defesa de Aidar no Conselho do São Paulo, gerida por advogado de José Dirceu, é constrangedora

aidar banana

O ex-presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, tem passado maus bocados nas investigações que estão sendo tocadas no Conselho do clube, que avalia possíveis desvios de conduta de sua gestão.

Além do áudio da conversa que manteve com Ataíde Gil Guerreiro, resultante de sua renúncia, troca de email foi apresentada, confirmando que Cinira Maturana, a namorada, participava, também, de negociação de jogadores.

Temeroso, Aidar contratou para defendê-lo, em simples sindicância de clube, o advogado José Luis Oliveira Lima, que faz parte de escritório patrono dos casos complicados do ex-ministro José Dirceu (PT).

Assim como tem ocorrido na defesa do petista, os argumentos e procedimentos são constrangedores.

Revela a jornalista Camila Mattoso, que Aidar contestará a veracidade da gravação, em que, supostamente, oferecia vantagens financeiras ao dirigente Gil Gurreiro.

Difícil será explicar as razões de ainda assim ter renunciado, sabedor que era (segundo sua nova tese de defesa) de que a gravação que tanto o afligia tratava-se de um embuste.

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