Os “Fora Dualib” e os “Garcias”

Em 2007, no auge do movimento “Fora Dualib”, seus líderes, entre os quais o atual diretor adjunto de futebol, Eduardo “gaguinho” Ferreira, à época tratado como Edu dos Gaviões (era assessor de imprensa da facção criminosa), diziam, no Parque São Jorge:
“Não podemos deixar os “Garcias” tomarem o poder do clube. Se isso acontecer, nunca mais sairão”.
O tempo tratou de transformar a previsão em irônica verdade.
Hoje, mesmo, “oficialmente” fora da gestão, os ‘Garcias”, que bancaram a campanha de Andres Sanches (PT) ao parlamento (R$ 600 mil, do que pode ser, efetivamente, declarado) dominam o departamento mais importante do Corinthians, o de futebol, donos de 35 jogadores que são, carteira que permite-lhes decidir quem será contratado ou vendido pelo clube.
Mandam mais, por exemplo, do que o próprio “gaguinho”, hoje submisso (assim como seus companheiros de “Fora Dualib”), que tem cargo ‘oficial’, de Diretor Adjunto de Futebol.
