Ronaldo “Fenômeno”, o “indignado”, recebeu US$ 150 mil (R$ 600 mil) da FIFA por aluguel de apartamento

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Se durante a organização da Copa do Mundo de 2014, Ronaldo “Fenômeno”, então membro do COL, não enxergou razões para se indignar (pelo contrário, teceu elogios aos organizadores), logo após o torneio, em meio às investigações do FBI que arrastaram, negativamente, os três últimos presidentes da CBF, um para a prisão, dois para debaixo da cama, resolveu defender a moral e os bons costumes do futebol.

O discurso (sempre apresentado em programas da Rede Globo) carece de credibilidade, mas a prática, como demonstra, hoje, o jornalista Jamil Chade, em matéria do Estadão, é mais coerente com suas ações de bastidores.

Em 2013, Jerome Valcke, ainda executivo da FIFA, obrigou a entidade a pagar US$ 150 mil a Ronaldo, a título de aluguel de apartamento, sob pretexto de precisar observar de perto a preparação do Mundial, mesmo com relatórios apresentando alternativas hoteleiras bem mais baratas.

Sem contar o claro conflito de interesses, com lucratividade financeira particular, e inadequada, do “fenômeno”, ocupando cargo que o colocava como um dos organizadores do torneio, com a responsabilidade de se contrapor, se necessário, aos posicionamentos da entidade máxima do futebol.

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