Arraiá dos “empresários” fracassa no Corinthians
Durante a campanha para as eleições do Corinthians, na virada do ano, os sócios (em transações de jogadores) Paulo Garcia, dono da Kalunga, e Andres Sanches, deputado federal (com as contas reprovadas pelo TRE-SP) investigado em quatro inquéritos criminais no STF, utilizaram-se da casa “Quintal do Espeto”, no Tatuapé, para realizar suas reuniões de “boca-livre”, saciando a fome (sem precisarem colocar as respectivas mãos no bolso), de esfomeados conselheiros.
A contra-partida se deu, agora, na Festa Julina do Parque São Jorge, em que o referido comércio, tratado como “patrocinador”, acreditou poder lucrar com o evento, recuperando o “investimento” anterior.
Porém, com organização precária, a quermesse tornou-se um fiasco:
Abaixo, alguns relatos de associados, absolutamente decepcionados:
“(…) a festa julina do Corinthians está sendo um retumbante fracasso. Começou na sexta-feira, e quem colocou barraca está pagando R$ 500 por dia. Teve gente que pagou R$ 1.500,00 e não faturou nem R$ 100 nos três dias !”
“(…) passei na Marginal, em frente á Portuguesa, enquanto a festa da Lusa bombava, não tinha uma alma no Corinthians”.
“(…) quem vai arcar com, o prejuízo do barraqueiros ? Lastimáveis as atrações musicais contratadas pelo amigo do Paulo Garcia e do Andres Sanches, do “Quintal do Espeto”.
“Na Lusa tem uma rádio (BAND FM) promovendo o evento. A frequência não é a mesma doutras épocas, mas ainda lota.”.
“(…) o Ilmar (ex-diretor) havia falado que antes dele assumir, as festas juninas deixavam prejuízo entre R$ 150 mil e R$ 200 mil, pois “aquela turminha” sempre pegava as barracas e não pagava. Pelo visto, agora voltou tudo.”.
“Quem colocou barraca, e pagou metade, já está dizendo que não vai querer pagar a segunda parte devido ao fracasso, falta de divulgação, organização, etc.”
EM TEMPO: vale lembrar que nas farras dos “arraiás” alvinegros, o de junho ficou a cargo da Faculdade que tem como proprietário o presidente do CORI, Osmar Basílio.


