Valdivia da Seleção e dos clubes

Valdivia não merece colocar mais a camisa do Palmeiras

Este assunto já foi abordado por aqui no período da Copa do Mundo de 2014, mas é sempre importante relembrar à medida que torna a se repetir: Valdivia da Seleção chilena em contraste ao peso morto que atua nos clubes.

Qual será o segredo para que o chileno nunca se machuque em seu selecionado, levando-se em consideração, ainda, demonstrar muito mais disposição física do que nas equipes que costuma defender habitualmente ?

Ou seja, pela atitude, teoricamente mais suscetível às lesões.

Pelo Palmeiras, clube pelo qual venceu torneios de expressão mínima, e teve bem mais decepções do que alegrias, ainda assim, é tratado como “ídolo”, mesmo após incontáveis números de “machucados”, nem todos comprovados, quase sempre oriundos entre as madrugadas e manhãs anteriores aos treinamentos.

E o clube, como se fosse mulher de malandro, sonha em uma despedida épica, agora que o “atleta” encontrou um trouxa dos Emirados Árabes para enganar.

A obviedade dos fatos demonstra que na Seleção do Chile, local em que, seja pela questão sentimental ou profissional (sabedor de que bons contratos advém de performances irretocáveis), Valdivia não dá margem à malandragem, assegurada nos clubes por contratos bem amarrados, em que a falta de investigação de seus atos permitem, mesmo no “corpo mole” o recebimento de seus proventos.

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