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Diretor da Base do São Paulo é acusado de corrupção enquanto dirigente do Grêmio

chavare

Em novembro de 2014, após estrondosa briga com o ex-presidente Juvenal Juvêncio, o atual mandatário do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, anunciou o nome de Junior Chávare como novo gestor das Categorias de Base do clube.

Pouco conhecido na região Sudeste, Chávare foi tratado como grande “executivo”.

Não é a imagem, porém, deixada em seu último trabalho, no Grêmio.

Ante-ontem, em entrevista à rádio GRENAL, o empresário de jogadores Marcelo Vianna deixou claro que o novo dirigente são-paulino, enquanto no Sul, fazia parte de um esquema de facilitação (em conjunto com o executivo de futebol gremista, Rui Costa), objetivando facilitar a vida do empresário Rogério Braun (dono das principais revelações do Grêmio).

Todos receberiam, de acordo com a importância, percentuais das transações.

Além da questão política, fica cada vez mais claro que outros fatores (comerciais) parecem ter motivado Aidar a transformar uma relação, até então, harmoniosa com Juvêncio num episódio  detonador de uma crise, que, entre outros objetivos, tinha a intenção de retirar o ex-presidente do comando de Cotia, tudo indica, para a liberação (sem fiscalização) de novos negócios.

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