Corinthians: os trapalhões, as “organizadas” e os jogadores que não recebem salários
Em mais um episódio que demonstra a absoluta falta de preparo, além do baixo nível de seus dirigentes, o Corinthians abrirá, logo mais, as portas de seu estádio para que a facção criminosa Gaviões da Fiel, além doutras menos importantes (apesar de também perigosas) possam pressionar (sob disfarce de apoio) os jogadores.
O intuito, evidente, é o de, em caso de desastre (eliminação da Libertadores), a direção do clube seja poupada, e os atletas (alguns sem receber há sete meses) sacrificados.
A prática é hábito do grupo que comanda a atual gestão, mas somente levada a cabo em momentos de desespero.
Nenhum dos jogadores é favorável.
Todos demonstram, com absoluta razão, desconforto com a aproximação.
Os Trapalhões, Sergio Janikian (responsável por vexames sucessivos, como a briga imbecil em que foi desmascarado – como mentiroso – pelo Lance!) e o “officeboy” de Andres Sanches, o “Gavião” Edu “Gaguinho”, neste episódio, demonstrando a irrelevância que possuem, apenas obedecem ordens, repassadas pela excelência intelectual de uma cúpula formada por Roberto “Da Nova” Andrade, André Negão, Mané da Carne e Andres Sanches.

