Corinthians está prestes a cair, novamente, no “achaque” do BMG – o banco do Mensalão

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Dirigentes do Corinthians estão desesperados para quitar as pendências salariais com os jogadores, e querem fazê-lo, se possível, antes da partida de quarta-feira, em que o clube joga a vida na Libertadores da América, contra o Guarani/PAR.

Pressionam, e muito, o diretor financeiro Emerson Piovesan, que se vê envolto em grandes dificuldades para, por vias normais, viabilizar o empréstimo de R$ 15 milhões, que seriam necessários para normalizar, em parte, a situação.

Os bancos sérios exigem garantias que o clube não tem para fornecer.

O único que aceitaria realizar a operação é o BMG – o banco do Mensalão.

Porém, em troca da operação, a instituição financeira, além de cobrar juros acima do mercado, exigir pagamento de comissão (que retornariam, em parte, aos bolsos de alguns dirigentes) – um absurdo! – quer a inclusão de percentuais de jogadores para assegurar o pagamento.

O “achaque”(é assim que a proposta do BMG, por ser considerada “aproveitadora”, está sendo tratada pelos dirigentes do futebol) somente não foi levado a cabo, ainda, porque, se nos tempos de Raul Corrêa da Silva, ex-diretor financeiro, assinava-se o acordo antes e comunicava-se depois, com Piovesan o negócio precisaria ser melhor explicado.

E, em detalhado (nos termos descritos acima), se assinado, colocaria o novo Diretor Financeiro em situação complicada, conivente, até, com atos repudiados pela oposição da qual foi candidato, há apenas três meses.

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