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No clássico entre duas das melhores equipes da América Latina, assistido por 40.744 pagantes (41.107 presentes -recorde do Fielzão), o Corinthians manteve a invencibilidade ao empatar em zero a zero com o San Lorenzo, pela Libertadores.

A primeira etapa foi disputada palmo a palmo, equilibrada, com a vibração de uma final de campeonato.

Sheik raçudo e Renato Augusto, inspirado, pelo Timão, além de Romagnoli pelo San Lorenzo, eram os melhores no gramado.

Vagner Love, de longe, o pior.

O Corinthians tinha a iniciativa do ataque, enquanto os argentinos levavam sempre perigo nas bolas alçadas, principal deficiência da equipe alvinegra.

Três boas oportunidades foram criadas dos pés de Renato Augusto, uma delas numa batida linda, de fora da área, bem defendida pelo goleiro.

Outra em bate-rebate dentro da área, que Jadson concluiu à esquerda da meta.

Na segunda etapa, o Timão tentou iniciar pressionando, mas, aos poucos, o jogo foi novamente se equilibrando.

Aos 15 minutos, Tite perdeu a paciência com Vagner Love – que errava todos os lances – e colocou Danilo em seu lugar.

Para alívio do Corinthians, aos 20 minutos, Romagnoli, destaque argentino, cansado, saiu para a entrada de Alan Ruiz.

Com o passar do tempo, o ritmo do jogo, apesar de brigado, diminuiu, com ambas as equipes encontrando dificuldades em criar oportunidades para abrir o marcador.

Somente aos 41 minutos, em batida de falta, Jadson levou perigo ao gol adversário.

Um minuto depois, Sheik saiu para a entrada de Mendoza.

No final, o empate manteve a tranqüilidade da participação corinthiana no torneio, enquanto o San Lorenzo, em situação complicada, não depende mais apenas de suas forças para conseguir a vaga à próxima fase.

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