O Brasil parou para assistir ao velório do PT

Lula ladrão

Sem receber sequer um tostão, estimulados apenas pelo desejo de Justiça, milhões de brasileiros, em montante incalculável, saíram às ruas de todo o país para protestar contra um sistema de poder, liderado pelo PT, que tem por base praticar corrupção para abastecer os próprios bolsos, além de cooptar e sustentar aliados.

Em São Paulo, o evento mais relevante reuniu 1,2 milhão de pessoas apenas na Avenida Paulista, com outros tantos nas demais ruas e no Interior do Estado.

A maior manifestação popular de todos os tempos, superando o período das “Diretas Já”.

Nem mesmo a tentativa de boicote do Prefeito Haddad (PT), que retirou ônibus de circulação nas ruas e dificultou a presença de carros de som, surtiu efeito para esvaziar a passeata.

O MP-SP tem, aliás, obrigação de interpelar o petista, que para beneficiar um partido, prejudicou a arrecadação das empresas de transporte e a mobilidade da população.

Mesmo com o triste cenário apresentado, o PT e seu Governo, que ainda não se deram conta da própria morte, após serem velados durante todo o dia, ressurgiram como se “espíritos inconformados” fossem, agonizando, entre mentiras, constrangimentos e panelaços, na coletiva de Ministros, pós manisfestação, em rede nacional.

“O Governo escuta a voz das ruas”, chegou a dizer um entristecido e pouco convincente José Eduardo Cardozo.

Se escutasse, os gritos de “Fora Dilma” ou “O PT roubou” seriam suficientes para arrancar Dilma Rousseff (PT), que assistia a entrevista embaixo da cama, o mentor Lula e demais “companheiros”, do Planalto, em renúncia coletiva, evitando o “sangramento” que está por vir (entre Lavas-Jatos, outros roubos e atos de incompetência), que pode levar o Governo a um sempre desgastante, mas absolutamente legal, processo de impeachment.

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