O indecente repasse de jogadores para o presidente do Palmeiras

nobre rally

Para amortizar parte da dívida (R$ 150 milhões) com seu presidente, Paulo Nobre, o Palmeiras decidiu transferir-lhe os direitos econômicos de seis jogadores do elenco.

Leandro, Mendieta, Tobio, Mouche, Allione e Cristaldo.

Uma atitude imoral, indecente e absolutamente suspeita, intolerável para um clube da grandeza do Verdão.

Nobre alega que qualquer lucro com a venda dos atletas, acima do valor pago na aquisição pelo clube, será transferido aos caixas palestrinos, porém, mesmo em se cumprindo o prometido, é difícil mensurar outros prejuízos, entres os quais a obviedade de favorecer os atletas para que sejam negociados com mais rapidez.

“Ah! Mas Paulo Nobre não faria isso”, dizem alguns.

Se mesmo com a dívida já negociada no Conselho, em vias de ser iniciado o pagamento, o presidente palestrino roeu a corda e sentiu necessidade de se precaver do calote com os direitos dos atletas, fica difícil acreditar que ficaria muito tempo com a “mercadoria” encalhada.

A situação é desconfortável também, por razões óbvias, para o treinador Oswaldo de Oliveira, que se escalar os atletas será acusado de beneficiar o presidente, e se não o fizer saberá que, mesmo que nunca seja admitido, estará desagradando o mandatário palestrino.

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