Doyen Sports acerta pagamento de 10% a 20% de comissão com Luxemburgo para entrar no Flamengo
“Em 7 de janeiro de 1997, Luxemburgo recebeu 179.000 reais, depositados por Renato Duprat Filho. Menos de vinte dias depois, outros 50.000 reais pingaram em sua conta, por meio de um depósito registrado por Eduardo Sakamoto. Duprat é o presidente da Unicór, empresa que patrocinava o Santos, clube treinado por Luxemburgo em 1997. Sakamoto intermediou negócios com jogadores de futebol.”
O trecho acima, publicado na Revista VEJA, em 04 de outubro de 2000, é apenas parte do que foi descoberto sobre as peripécias do treinador do Flamengo, V(W)anderlei(y) Luxemburgo, em diversos atos de “malandragem”, nem todos relacionadas ao esporte, durante a CPI do futebol.
Depois, em trabalho realizado por nosso blog, descobrimos que os hábitos, mesmo após exposição pública, e alguma punição, acentuaram-se ainda mais, como nos casos do jogador Rodrigo Tabata, de quem Luxa tomou R$ 500 mil de luvas, além de percentual salarial, e no “esquema” da última passagem do treinador pelo clube, em que atletas eram cooptados e colocados em nome do ‘parceiro” Marcio da Kelm.
Nos links abaixo documentos comprovando as falcatruas:
Nos últimos dias, após notícias de que há uma aproximação da DOYEN SPORTS com o Flamengo, e do alerta da imprensa sobre a amizade antiga entre o treinador Luxemburgo e o representante do obscuro Fundo no Brasil, Renato Duprat (que, vale a pena lembrar, trouxe a MSI para o Corinthians e faliu a UNICOR), partimos, novamente, em busca de informações detalhadas sobre o esquema que se desenha.
E conseguimos.
Gente do mercado garante que Duprat ofereceu ao treinador 10% de comissão sobre os salários de todos os atletas que o grupo conseguir colocar na Gávea, além de 20% sobre o lucro da operação em transações de direitos econômicos em vendas futuras.
Por razões obvias, e fartamente comprovadas, o Flamengo não pode, mais uma vez, cair no conto de “Madureira”, sob risco dos dirigentes passarem a ser suspeitos de facilitação das negociatas ou tratados como incapazes de gerir o clube por incompetência.

