Com aval de delegado, Edu Gaspar negocia com traficante “Padrinho” e contrata jogador do Sampaio Corrêa para o Corinthians
(PUBLICADO ORIGINALMENTE EM 30 de OUTUBRO)
Em manobra, tudo indica, para preencher os bolsos de seus dirigentes, o Corinthians fez-se valer de “laranjas” para contratar o jogador Jonas, volante do Sampaio Corrêa, do Maranhão.
No último dia 25 de setembro, o presidente do clube maranhense assinou o repasse de 75% dos direitos econômicos do atleta para duas “empresas” (37,5% para cada) criadas com a finalidade de intermediar o negócio, deixando seu clube com apenas 25% (no contrato, apesar do erro de grafia dos números, há a indicação, por extenso, dos valores revelados).
De maneira inusual, porém, não colocou, em contrato, as Razões Sociais completas das beneficiárias, apenas as siglas “GAPA” e PH4″.
Basta rápida pesquisa pela internet para notar a inexpressividade ou inexistência comercial de ambas.
Porém, quem assina pelos tratados “investidores” é um agente FIFA, de nome Marcos Santos, , vulgo Mineiro, “dono” da PLUS SPORTS, que tem em seu contrato social Angelo Marcos Canuto da Silva, o traficante “PADRINHO”, preso, recentemente, pela Polícia Federal, como um dos cabeças do crime no Brasil, tendo enviado, no mínimo, 4 toneladas de cocaína ao Exterior.
A mesma dupla, recentemente, negociou o jogador Luciano ao Corinthians.
As tratativas, pelo Corinthians, foram autorizadas pelo delegado Mario Gobbi, com quem “Padrinho”, ou “Fusca” (apelido utilizado pela PF para identificá-lo na quadrilha), mantém estreita relação desde os tempos de DETRAN, período em que o traficante trabalhava na polícia de São Paulo, mas foram tocadas pelo braço direito Edu Gaspar, envolvido, direta ou indiretamente, em quase todos os negócios nebulosos do Parque São Jorge.
O criminoso, segundo informações, deu as coordenadas da transação de dentro do presídio, tendo, inclusive, falado com o gerente de futebol alvinegro ao telefone.
Após vazamento da informação da transação do atleta, que deve se apresentar ao Corinthians somete em 2015 (procedimento semelhante ao negócio com o irmão do jogador Romero), quase todas as partes negaram,, mas a documentação, com o repasse dos direitos e assinatura de Marcos Mineiro, sócio de “Padrinho”, como procurador dos “investidores”, pode ser conferida logo abaixo:
TRAFICANTE “PADRINHO” E LUCIANO





