Dilma avacalhou de vez com o esporte brasileiro
Por ALBERTO MURRAY NETO
Quem me acompanha aqui sabe que eu costumo dizer que político serve para qualquer coisa, entende de tudo. Ora é Deputado, ora está cuidando da educação, pula para o transporte, aterrisa na saúde, vira Senador e assim vai.
Políticos são, em sua grande maioria, aproveitadores que não entendem de coisa alguma com profundidade e estão aí para o que der e vier, em causa própria.
Lamentável a escolha de Dilma para o Ministério do Esporte.
Esse Deputado, cujo nome, juro, lí, mas já esqueci (estou com preguiça de voltar a página para relembrar o nome do sujeito) que Dilma escolheu para a Pasta do Esporte é a avacalhação completa, a esculhambação geral do esporte no Brasil.
Isso mostra claramente que Dilma não está preocupada com a democratização do esporte, em criar uma política de Estado para segmento, de inserir a prática desportiva na grade escolar com a mesma relevância das outras disciplinas, de tratá-lo como uma questão de saúde pública e educação.
Dilma está preocupada em saldar dívidas de campanha com seus apaniguados, com sua suposta base eleitoral. Dilma terceirizou o esporte a um partidinho, cujo nome a sigla também não conheço. Dilma entregou o esporte a uma gente e disse “toma aí, façam o que quiserem. Só não se esqueçam de mim na hora de votar lá no Congresso.”
E para mais uma vez comprovar o que disse, de que político serve para qualquer coisa, o glorioso Aldo Rebelo, que já não entendia patavina de esporte e fez uma gestão elitista e desastrosa, vai agora encarregar-se da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Aldo Rebelo, a história do esportista que virou cientista.
Essa gente toda faz muito mal ao Brasil.

