Portuguesa: greve de funcionários e telefone cortado
Enquanto tenta vender, a todo custo, o estádio do Canindé, com estranhíssima intermediação do conselheiro do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, que tem o parceiro Aurélio Miguel ligadíssimo a construtora Brookfield, a Portuguesa não consegue arcar com suas obrigações essenciais.
Há dias seus funcionários mais humildes entraram em grave, e os seguranças, desolados, utilizam as portarias para boas partidas de dominó.
Jogadores não recebem desde agosto e até o telefone da Lusa foi cortado.
Não fossem todos frouxos, ou comprometidos, os conselheiros lusitanos já teriam expulsado do clube os arautos do caos, Manoel da Lupa e Ilídio Lico, ambos, diferentemente da Portuguesa, com situação financeira pra lá de confortável.

