Sobre alambrados na Arena Palestra: promotor Paulo Castilho precisa se reciclar
Para felicidade geral dos que prezam pela civilidade, o MP-SP foi derrotado na indicação de que obrigaria o Palmeiras a colocar alambrados na Arena Palestra para, somente assim, liberar a realização da partida decisiva contra o Atlético/PR no local.
Um resultado tão importante que pode servir para modificar outra imbecilidade defendida pelo órgão: a obrigatoriedade de dividir torcedores nos estádios e reservar lugares para criminosos “organizados”.
O responsável pela lambança no caso dos alambrados, o promotor Paulo Castilho, precisa se reciclar.
Em vez de lutar pelo cumprimento das Leis, que é sua função, tem criado caso em regulamentações estapafúrdias que restringem o direito da maioria – torcedores decentes – para defender os de minorias, sob pretexto de manter a segurança.
Todos devem ter os mesmo direitos e deveres nos estádios de futebol.
A divisão de torcidas, além de proporcionar a união de mentecaptos, impede que o cidadão possa adquirir ingressos no local que considere mais adequado e proporcional às suas condições financeiras.
MP-SP e PM precisam trabalhar para garantir direitos, não restringi-los, em clara subversão de valores e propósitos para os quais são designados.

