Crime de morte deve ser punido com prisão perpétua

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Calejado pela vida, raramente este jornalista se espanta com o que observa nos principais noticiários policiais da televisão brasileira.

Ontem, porém, senti enorme repulsa, indignação e desejo de premiar com a pena de morte – da qual sou contra – três menores de idade que barbarizaram um garoto de 16 anos, executaram-no com requintes de crueldade e filmaram tudo no celular, em cenas que foram exibidas, em parte, pelo programa do Datena.

Esse “jovens” são inadequadamente protegidos pelo Estatuto do Adolescente.

São marginais irrecuperáveis, protagonistas de um crime sem volta, que é tirar a vida de alguém.

As leis devem, sim, proteger menores de idade que, eventualmente, cometam delitos leves – desde que não reincidam – encaminhado-os para tratamento ou exercício de reabilitação.

Tratar menores monstruosos, como os exibidos pela matéria do Datena, com o mesmo peso de um pequeno infrator é submeter a sociedade ao convívio com bandidos ainda mais cruéis do que os adultos, que, ao menos, ainda temem alguma punição.

Faz-se necessário, com urgência, uma revisão profunda no Código Penal brasileiro, com a introdução da pena de prisão perpétua para quem tira a vida de um ser-humano.

Seja o criminoso de que idade for.

É a única maneira de minimizar – porque jamais será reparada – a dor de uma família com parente assassinado por monstros, que, quando não protegidos pelo “bom comportamento” na cadeia, que atenua as penas, o são pelo Estatuto do Adolescente, que coloca no mesmo balaio bandidos sanguinários e adolescentes problemáticos.

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