Aldo Rebelo, Palmeiras e CBF
O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), tem feito das tripas corações para convencer a FIFA de que o Palmeiras foi Campeão do Mundo em 1951.
Uma absoluta bobagem.
O reconhecimento ou não da entidade em nada vai diminuir ou acrescentar importância ao torneio.
Quem viveu à época já comemorou com a devida emoção, e os torcedores atuais sequer esboçarão reação com a opinião de terceiros sobre a conquista.
À margem do que pouco importa, Rebelo continua se relacionando promiscuamente com o que há de mais nocivo na cartolagem nacional, inclusive com a cúpula da CBF, de hábitos semelhantes à da gestão anterior (?), que o então deputado, ainda em busca de fama, ajudou a combater em CPI.
Seria mais importante para o país do futebol que Aldo Rebelo lutasse na justiça pela liberação do livro “CPI CBF-NIKE”, proibido por Ricardo Teixeira de ser distribuído, sem oposição do atual Ministro, que sequer recorreu da decisão, em “estranho” consentimento de censura ao próprio trabalho.
O ‘trabalho” pelo Palmeiras em nada modificará a grandeza do clube, beneficiando, politicamente, apenas o Ministro, mas a republicação da referida obra teria força, ainda, de esclarecer muitos jovens torcedores de como os bastidores do futebol brasileiro, desde sempre, foram forjados sob o DNA da falcatrua, seja a dos corruptos e corruptores ou dos covardes que levantam os fatos para deles, depois, angariarem vantagens.
