Os desacertos da oposição corinthiana

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Enquanto a deplorável chapa denominada “Renovação e Transparência”, encabeçada por Roberto “da Nova” Andrade, responsável direto pelo caos financeiro alvinegro, após gestão desastrosa, cúmplice de empresários no futebol, tendo ainda como vices o “ex-bicheiro” e atual dono de desmanche, André Negão, além do “laranja” de Carla Dualib, Dr. Jorge “Totó” Kalil, segue em campanha às eleições do Corinthians, os grupos de oposição, ainda indefinidos, não sabem que rumo tomar.

Paulo Garcia segue discursando para Deus, o Diabo e o Talvez, sem coragem de bancar, oficialmente, nem desfazer, os acordos firmados, mas, para alguns, negados.

O grupo de Stabile tenta acelerar o processo e cobra do dono da Kalunga a definição, apesar de dizer, com segurança, ter a palavra de Garcia empenhada garantindo co-ligação.

A única afinação no discurso é a de negar, mais do que Pedro fez com Cristo, há quase dois mil anos, acertos de vantagens que beneficiem Edgard Soares, apesar do mesmo ter sido patrocinador, com a presença de todos, de algumas reuniões, indicando não apenas aproximação, mas também protagonismo.

Hoje os que tentam esconder a verdade são os mesmos que, ontem, vazaram as informações.

Talvez, se a composição esperada, mas rechaçada por quem ficou à margem das tratativas, tivesse ocorrido, tudo estaria às claras, mesmo que, por razões óbvias, não fosse a melhor das alternativas.

“Se correr o “bicho” pega, se ficar, o 171 do Vale do Paraíba come”, sintetizou tudo, com absoluta felicidade, o jornalista Juca Kfouri, em seu blog.

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