Com Roberto “da Nova” Andrade farra de empresários incluiu até comissão para alugar apartamento para jogador
Matéria publicada ontem no Blog do Perrone demonstrou que as molezas para o grupo do empresário Carlos Leite, iniciadas com a conivência de Mario Gobbi na gestão Andres Sanches, intensificaram-se no Corinthians após a entrada de Roberto “da Nova” Andrade no cargo de Diretor de futebol.
Se antes comissões eram pagas, de maneira “exagerada”, quando não, suspeita, tanto na compra quanto na venda de atletas, agora qualquer motivo serve para desviar dinheiro dos caixas alvinegros.
Cassio e Gil, agenciados pelo empresário, renderam-lhe dinheiro na transação, em si, e agora, há dois meses, na renovação de contrato (um absurdo !) mesmo com os atletas já vinculados ao clube.
Leite levou dinheiro até para intermediar aluguel de apartamento para jogador do clube.
Outros empresários também se deram bem na gestão Roberto Andrade, entre eles Gilmar Veloz, que levou R$ 780 mil na troca entre Pato e Jadson, que, teoricamente, não teve custo para ambas as parte e o BMG, parceiro habitual do Corinthians e de seus dirigentes.
Essa verdadeira farra, segundo empresários e gestores que conhecem o mercado do futebol, existe com a finalidade principal de remunerar os dirigentes, que, oficialmente, nada recebem do clube.
Os jogadores aceitam partilhar seus recebíveis, que são repassados a intermediários, estes depois retornando, em parte, ao bolso dos dirigentes que abrem as portas dos clubes aos negociadores.
Vale lembrar que, enquanto diretor de futebol, o atual presidente do Corinthians, Mario Gobbi, contratou mais de 100 atletas, boa parte deles do grupo representado pelo agente Carlos Leite, inclusive o treinador, gente que fez questão de trazer de volta ao clube após assumir o cargo mais alto da gestão.
Roberto “da Nova” Andrade e Duílio “do Bingo” – que está foragido em Miami – aprenderam a lição e superaram o “mestre”, criando novas alternativas de comissionamento, entre elas percentual sobre renovação de salários de atletas, aluguel de apartamento e tudo o que puder ser incluído no pacote.
Enquanto isso, as categorias de base estão a mingua, não se sabe se haverá dinheiro para quitar salários de jogadores do final do ano, contas básicas – como a energia – são cortadas e as rendas das partidas são destinadas a encher os cofres da BRL TRUST, obrigando a gestão a adiantar cotas de parceiros dos anos que ainda estão por vir.
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