Advogado do caso Lusa, parceiro da CBF, envolvido noutros dois rebaixamentos

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Na última sexta-feira, em julgamento pra lá de suspeito, o STJD e seus auditores amestrados decidiram excluir o Icasa, da Série B, e o Botafogo/PB, da C, ambos por ter recorrido a Justiça Comum na busca de preservar seus direitos.

O Icasa, com absoluta razão, prejudicado pela escalação irregular – reconhecida pela CBF, de um atleta do Figueirense, e o Botafogo, “vítima” de ação de um vereador paraibano a seu favor.

Chama a atenção, porém, que o advogado destacado para defender ambas as equipes foi Osvaldo Sestario, o mesmo que “defendeu” a Portuguesa em ação que culminou no rebaixamento do clube paulista.

Assim como no caso Lusa, o advogado foi indicado, e pago, pela CBF para realizar o “trabalho”.

Um conflito de interesses óbvio e inaceitável, que precisa ser explicado não apenas pela entidade, mas também pelos presidentes dos respectivos clubes, que, obviamente, nada tem de inocentes na história, conhecedores que são dos bastidores e procedimentos da dupla no submundo futebolístico.

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