“(No dia em que eu for candidato) Eu vou roubar da população”, disse Jorge Kajuru
“No dia em que for candidato, não acredite mais em mim, porque serei ladrão. Eu vou roubar da população.
Acha que sou louco de falar isso para a imprensa ?
Para mim, o sujeito que quer ser político já nasceu roubando.
Ele tem que aceitar dinheiro dos outros para fazer campanha, e esse dinheiro vai ter um preço.**
Na hora que assume, se corrompe”.
A declaração acima, de Jorge Kajuru, em 2007, ao jornal goiano “Diário da Manhã”, exemplifica bem os prováveis objetivos de um ex-jornalista desempregado, sem dinheiro e “espertalhão”.
Um personagem bem construído, uma espécie de “Super-Honesto”, mal administrado por Jorge Reis da Costa (Nasser (?), o verdadeiro, que, diferentemente da “criatura”, não vê problemas em aceitar dinheiro de bicheiros, fazer “merchan” disfarçado de vinheta (como o “VIVO” de “ao vivo””, na tela da falida TV Kajuru), vender livros e não entregar (Condenado a Falar) ou dar calotes em fornecedores, muitos, que retorcem o fígado ao lembrar do apresentador.
Sem clima entre os colegas sérios do jornalismo, Kajuru encontrou na política o melhor ambiente para sua sobrevivência.
Poderá mentir e difamar sem ser processado, e praticar desvios de conduta sem que os novos “companheiros” tenham moral para recriminá-lo.
**NOTA DO BLOG: nas eleições anteriores, JORGE KAJURU aceitou dinheiro do bicheiro CARLINHOS CACHOEIRA em troca de fazer campanha para um candidato a Deputado Estadual do “grupo”, que acabou derrotado nas urnas (foto). Foi flagrado implorando pelo dinheiro, em escutas da Polícia Federal, que investigava o criminoso.



