Empresário de Anselmo cobra R$ 660 mil do Palmeiras na Justiça. Negociação é nebulosa
Em janeiro de 2012, o Palmeiras emprestou o obscuro jogador Anselmo, oriundo de sua equipe “B”, para o São Caetano.
Seis meses depois, negociou-o para o Gênoa.
Até hoje não se sabe por quais valores, nunca divulgados pelo clube.
Porém ação judicial de cobrança, aberta pelo empresário do atleta, Roberto Sodré, começa a esclarecer a questão.
Na Federação Italiana, o Gênoa alega ter pagado R$ 2 milhões no negócio.
10% ficou com o São Caetano, sabe-se lá por quais razões.
Sobrou R$ 1,8 milhões.
20% teriam sido destinados ao jogador.
Restam agora R$ 1,4 milhões.
Há ainda a parte do empresário, cobrada na Justiça, que seria de R$ 660 mil.
Em sendo quitados, sobrariam para o clube R$ 740 mil de R$ 2 milhões.
Além de ser evidentemente um negócio ruim, resta ainda a nebulosidade de saber qual valor, de fato, ingressou nos caixas palestrinos.
Qualquer diferença, por razões óbvias, seria bem suspeita.
Vale lembrar que a negociação foi uma das tantas realizadas pela gestão Tirone/Frizzo, que infelicitou o clube antes da ascensão de Paulo Nobre ao poder.

