Holanda vence Chile e garante a primeira colocação. Espanha se despede com honra contra a Austrália
Numa partida sonolenta, a Holanda melhorou no segundo tempo, suficiente para vencer o Chile, por dois a zero, no “Fielzão”.
Garantiu a a primeira colocação do grupo, escapando de um confronto antecipado, tudo indica, com o Brasil.
Robben, mesmo se poupando, fez novamente a diferença.
Precisando da vitória para garantir uma melhor colocação no grupo, o Chile começou a partida mais avançado, enquanto os holandeses marcavam atrás, na tentativa de armar o contragolpes.
Vargas, aos 11 minutos, aproveitou-se de cruzamento pela esquerda e cabeceou à direita da meta.
Em jogada ensaiada de escanteio, Gutierrez bateu e premeia, na entrada da área, e levou perigo para a zaga holandesa, aos 21 minutos.
O jogo segue em ritmo lento, mas só o Chile tenta jogar futebol.
A Holanda, até o momento, decepcionava.
Porém, aos 39 minutos, no primeiro lance de perigo holandês, Robben fez jogada genial, carregou a bola desde o campo defensivo, passou pelos defensores e concluiu, cruzado, à esquerda do gol.
Em resposta, aos 44 minutos, Diaz bateu falta na cabeça de Gutierrez, que, de costas para o gol, mandou por cima.
Ainda em ritmo aquém do apresentado por ambas as equipes nesse mundial, o segundo tempo começou mais equilibrado, com a Holanda buscando marcar a saída de bola chilena.
Somente aos 19 minutos, tivemos a primeira jogada digna de nota, através de jogada individual do chileno Alexis Sanches, bem defendida pelo goleiro holandês.
O outro craque do jogo, Robben, viu uma brecha na defesa adversária e bateu rasteiro, da entrada da área, com algum perigo, aos 20 minutos.
Valdivia, completando a impressionante marca de três partidas seguidas, entrou no jogo, aos 25 minutos, no lugar de Silva.
Sneidjer, inoperante, saiu para a entrada de Fer, aos 30 minutos.
Um minuto depois, Memphis quase marcou para a Holanda, em batida bem defendida por Bravo.
Na cobrança de escanteio, Fer, que havia acabado de entrar, subiu de cabeça e abriu o marcador.
Um a zero Holanda.
Os chilenos pressionaram nos minutos finais, mas não conseguiram reverter a desvantagem.
Deu tempo ainda para Robben, genial, no contragolpe, escapar pela esquerda, aos 47 minutos, e servir de bandeja para Memphis ampliar.
Dois a zero.
Com o resultado, a Holanda facilita sua caminhada na Copa do Mundo, enquanto o Chile, tudo indica, enfrentará o Brasil, de quem é histórico freguês.
Na Arena da Baixada, a Espanha se despediu com honra ao vencer a Austrália por três a zero.
Gols de David Villa, que deveria, desde o início, ter sido titular no lugar do péssimo Diego Costa, Fernando Torres e Matta.


