Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

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“Nenhum titulo é mais nobre do que aquele que revela o elemento fundamental de um caráter: a honestidade.

Valdeci Alves Nogueira

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Engravatados vigiando árbitros

Com a volta oficial do Sergio Correia da Silva na presidência da CA-CBF, conforme imagens da TV, por duas ocasiões, durante o transcurso da partida Corinthians x Figueirense, observei que aumentou o numero dos engravatados com função de avaliar o trabalho dos representantes das leis do jogo

Intruso

Dentre os presentes, como não poderia deixar de ser, principalmente, quando dos eventos principais, estava à figura do todo poderoso da CA-FPF e possível candidato a presidência da ANAF, Artur Alves Junior; por ser campeonato administrado pela CBF, de imediato, liguei o computador para verificar o nome dos possuidores dos ternos e gravatas escalados! Não deu outra, Artur estava de bico na fita, seu nome não consta na escala oficial

Absurdo

O aumento do numero de pessoas para analisarem o trabalho dos árbitros, poderia e deveria ser trocado por escalas de árbitros realmente capazes, ou seja: sem a contumaz influência política, uma das maneiras de agradecer os votos recebidos pela dupla Del Nero/Marim quando da recente eleição na CBF, vez que, o nível técnico e disciplinar é extremamente fraco

Quinta e Sexta Rodada da Serie A do Brasileirão – 2014

Domingo 18/05

Flamengo 0 x 2 São Paulo

Árbitro: Ricardo Marque Ribeiro (FIFA-MG)

Desempenho normal dos representantes das leis do jogo

Corinthians 0 x 1 Figueirense

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (CBF-ESP 2-BA)

Comparando suas atuações nas partidas que assisti no ano passado, com esta,

– seu desempenho continua confuso na interpretação e aplicabilidade das leis do jogo;

– como também, péssima colocação em vários momentos da contenda

Conclusão

Apesar de não ter influído no resultado; no todo, não gostei

Sexta Rodada

Quarta Feira 21/05

Fluminense 5 x 2 São Paulo

Árbitro: Paulo H Godoy Bezerra (CBF-ESP 2-SC)

Sem problemas

Corinthians 1 x 1 Atlético-PR

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA-RJ)

Acertou por ter sinalizado a penalidade sofrida por Guerreiro, cobrada por Jadson, convertida em gol

Conclusão

Os representantes das leis do jogo não tiveram influencia no resultado

Copa 2014

Antes tarde que nunca

1

Presente na delegação oficial do Brasil no dia da escolha do país como sede do Mundial de 2014 (evento realizado em 2007), o escritor Paulo Coelho disse estar decepcionado com a Copa. Em entrevista ao Le Journal du Dimanche, ele atacou até o ex-jogador Ronaldo

"Fora de questão (participar do evento)! Eu assistirei aos jogos na TV, mas eu não vou (ao estádio). Eu tenho dois ingressos para jogos, e eu estava na delegação oficial com Lula, Dunga e Romário, quando a FIFA escolheu o Brasil. Estou muito decepcionado com tudo o que aconteceu desde então. Nós poderíamos usar o dinheiro para construir algo diferente de estádios em um país que precisa de tudo: hospitais, escolas, transportes. Ronaldo é um imbecil por dizer que não é o papel da Copa do Mundo para construir esta infraestrutura. Ele deveria fechar a boca", disse o escritor.

"A seleção ganhando ou não, eu tenho certeza que haverá uma explosão social. Haverá pessoas nos estádios e ainda mais pessoas que estarão nas ruas, quando o mundo terá os olhos no Brasil. O contexto é muito tenso. A violência voltou. A Copa do Mundo pode ser uma bênção e um momento de comunhão para nós como foi para a França ou a Alemanha. Mas é um desastre. O país quer mostrar uma face que não é a verdade. Há uma divisão entre o governo e o povo", completou.

2

Manifestações

Lembrando que devem ser pacificas, esperando resposta, continuo perguntando:

Qual o motivo da ausência de faixas criticando Lula, o principal incentivador da Copa 2014?

Legado da Copa

3

Política

4

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) manifestou preocupação com o recrudescimento da violência no país e atribuiu esse fato ao PT, que, em sua avaliação, conseguiu dividir o país e instituir uma política do medo e de ódio, na qual os que fazem oposição ao governo são considerados inimigos do Brasil. O senador mencionou o artigo "Um estuário de mágoas", do jornalista José Calado, em que este cita resolução interna do PT, que prega "guerra total a quem ameaçar a conquista de hegemonia em torno do nosso projeto de sociedade".

Para Jarbas Vasconcelos – que também citou o artigo "O pós-miséria", de Arnaldo Jabor, segundo o qual "a brutalidade está atingindo o país de forma inédita" -, esse clima de violência e intransigência estimulada pelo próprio governo gerou não os casos de saques e destruição de patrimônio público e privado como os muitos episódios de "justiça com as próprias mãos", de linchamentos, além do aumento da taxa de homicídios.

Jarbas Vasconcelos lamentou que, em nome de uma continuidade no poder, o PT mostre acreditar ser aceitável qualquer ato para se manter à frente da presidência da República. – Afinal de contas, quem mais propagou a máxima do ‘nós contra eles’, quem esculhamba as elites ao mesmo tempo que recebe doações milionárias dos mesmos representantes dessa elite; quem corrompe a gestão, antes eficiente e proba, das empresas públicas, para arrecadar dinheiro por meios tortos e ilegais destinada a manipular votos do Parlamento ou fazer caixa para campanha, quem semeia o ódio e os ataques aos adversários por meio das redes sociais e um aparato fascista travestido de esquerda, financiados por verbas publicitárias governamentais? – criticou Jarbas.

Segurança Publica

Criminalidade protegida por Regina Casé, apresentadora da Plim, Plim

5

A parlamentar Cidinha Campos, deputada estadual pelo PDT e colunista do jornal O Dia, publicou, neste jornal e em suas contas nas redes sociais, um artigo com duras críticas à apresentadora Regina Casé e à abordagem, pela TV Globo, do caso da morte do dançarino "DG".

Leia abaixo e manifeste sua opinião a respeito:

Rio – Uma hora e meia de irresponsabilidade: foi o que se viu no programa da Regina Casé na tarde do último domingo. A polícia ainda não disse o que aconteceu no Pavão-Pavãozinho, mas a vítima, o dançarino DG, já foi canonizada como um misto de Rudolf Nureyev e São Francisco de Assis.

Eu lamento a morte desse rapaz, assim como lamento a morte de Edilson dos Santos, o jovem com deficiência mental morto na mesma operação, e todos os PMs assassinados por bandidos nas UPPs e fora delas. Para esses, não se dedicou um programa na TV nem se produziu uma torrente de lágrimas em cadeia nacional.

DG era lindo, alegre, pontual, como disse Regina Casé. Mas o que fazia ele pulando de um prédio para o outro em plena madrugada? A polícia afirma que ele estava com o bandido maior da área, o tal de Pitbull, foragido da cadeia, que naquela noite promovia um churrasco na comunidade, quando o tiroteio começou.

É fato que o dançarino gostava de companhias pouco recomendáveis. No seu Facebook, postou que era “amigo eterno do Cachorrão” (traficante morto na mesma comunidade em janeiro) e chegou a dizer que os moradores iriam descer o morro “cheios de ódio na veia e bico na mão” para vingar a morte do facínora.

No mesmo domingo do programa, um grupo fez uma manifestação na Avenida Atlântica, mãe da vítima à frente tocando um bumbo, gritando “Fora, UPP!”. Certamente, preferem que os traficantes continuem donos das favelas. Uma repórter do jornal O DIA foi agredida na manifestação. Agora virou moda. Não faz muito tempo, jornalistas e qualquer serviço do estado só subiam a favela com autorização do tráfico. Quem tem saudades desta época?

Nunca houve no Brasil um programa de combate ao domínio do tráfico tão determinado e corajoso quanto a UPP. É mentira que a ocupação social não esteja acontecendo. Pode não ser na velocidade que desejamos, mas acontece na velocidade possível. Só quem não mora no Alemão pode ignorar o teleférico, o cinema, as creches, escolas, biblioteca, centro de computação. O mesmo vale para a Rocinha, para o Santa Marta, Chapéu Mangueira e tantas outras comunidades.

À esquerda caviar, que ganha dinheiro mostrando a cultura da favela, mas gosta de passar férias em Angra e Paris, não vai reconhecer nunca o trabalho do governo, a menos que ganhe cachê para isso. As UPPs são a nossa chance de retomar o Rio para os fluminenses. Alimentar o discurso contra elas equivale a voltar para um passado que uma emissora com a responsabilidade da TV Globo não tem o direito de esquecer.

Lembrando

“As Policias Federal e Civil, como também o MP, deve ser do estado (trabalhar para o bem comum), não dos governantes ou legisladores de plantão”

Euclydes Zamperetti Fiori

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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-24/05/2014

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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