Goleiro do Corinthians, “apadrinhado”, bateu recorde pela Seleção Brasileira de Mano Menezes
O goleiro Renan, contratado pelo Corinthians, em 2011, por R$ 6 milhões, assinando contrato com duração de cinco anos, a custo de R$ 200 mil mensais de salários, era o terceiro goleiro do Avaí, no início de 2010.
Tudo mudou com a chegada de Ângelo Canuto, o “Padrinho”, traficante preso pela Polícia Federal, após enviar quatro toneladas de cocaína ao exterior.
Em poucos meses, Renan assumiu a titularidade da equipe.
Com apenas 14 partidas disputadas como profissional, Renan foi convocado para a Seleção Brasileira pelo treinador Mano Menezes.
Um recorde absoluto.
Foi a primeira vez, também, em toda a história, que um jogador, atuando por um clube de Santa Catarina vestiu a camisa amarela.
Renan não entrou em campo, e, depois, nunca mais foi convocado.
Mas a ação entre amigos, de “Padrinho”, Carlos Leite e Mano Menezes serviu para convencer o presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi, a interceder por sua contratação, pelos números já citados acima.
O contrato foi aceito, e assinado, com anuência do diretor de futebol Roberto “da Nova” Andrade (na foto com Renan), que hoje luta para ser candidato à presidência do Corinthians.
Em tempo: Renan disputou o paulistinha pelo Botafogo/SP

