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Diretor Financeiro do Corinthians é auditor de balanço da BRL Trust, a dona do “Fielzão”

gaguinho raul

Uma das grandes dúvidas no Parque São Jorge sempre foi a de quem teria indicado a BRL Trust, até então uma empresa obscura, com donos inexpressivos, para gerir uma dívida do Corinthians, que ultrapassa R$ 1 bilhão, referentes a construção do “Fielzão”.

Principalmente após a descoberta que os mesmos proprietários entraram no negócio com duas outras empresas, recebendo, como garantia de pagamento, 1/3 do Parque São Jorge, terreno de Itaquera, propriedade sobre símbolo do clube, etc.

Convenhamos, poder absurdo nas mãos de quem, nem em seu meio comercial, possui destaque.

Preocupa ainda o fato da BRL Trust, e seus citados sócios, recentemente, por ordem da Justiça Federal, terem ficado com seus bens indisponíveis, e, como colocado em matéria que publicamos ontem, a empresa ter sido obrigada a pagar R$ 10 milhões para não ser condenada por “ato Ilícito”.

Fizemos essa pequena apresentação para poder contar, agora, que não há mais dúvidas sobre quem ajudou a levar a BRL Trust, além do grupo que beneficia a ODEBRECHT, para o negócio “Fielzão”, e, mesmo sendo diretor do Corinthians, se calou sobre as barbaridades de uma negociação que, claramente, beneficiou mais a empresa do que o clube.

Trata-se do diretor financeiro Raul Corrêa da Silva (foto-dir.), que é, através de sua BDO RCS, auditor das contas da proprietária do estádio que o Corinthians diz ser do clube.

Além de se beneficiar financeiramente do negócio, o conflito de interesses é evidente.

Ainda mais após as contas de seus “parceiros” terem sido aprovadas, em balanço auditado por Raul, no último dia 28 de fevereiro, em clara desconformidade com os fatos que motivaram investigações do judiciário brasileiro.

Ter ligação com uma empresa que pode, em qualquer momento, entrar em litígio com o clube do qual é diretor, e, pior, omitir essa proximidade em reuniões do Conselho Deliberativo, obtendo, por que não, informações privilegiadas, e confidenciais, de ambos os lados, demonstra bem que Raul Corrêa da Silva, que disse um dia “não se importar com a origem do dinheiro”, no caso MSI, é bem mais perigoso do que se poderia imaginar.

bdo brl

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