A ganância mortal de quem faz a Copa do Mundo no Brasil
“Ele foi contratado como ajudante, não montador. Nem passou por um treinamento. Ele não tinha experiência para estar naquela altura”
“Nem o encarregado e nem o técnico de segurança estavam lá em cima para ver se estava tudo certinho”
“Ele trabalhava de segunda a sábado, 12 horas por dias, mas tinha dia que chegava a 13 horas e meia”
“Esta semana iria começar um novo esquema de segunda a segunda.”
Os depoimentos acima, publicados na FOLHA de hoje, são de um colega e da irmã do operário Fabio Hamilton da Cruz, morto, recentemente, nas obras do “Fielzão”

