Brasil merece passar pelo vexame do “hino da Copa”

alexandre pires

O país que exalta a malandragem (no pior sentido da avaliação), que vota nos que “roubam mas fazem”, e, as vezes, nem fazem, que se junta para pagar multa de mensaleiro condenado, e trata “cantores” de funk, rap, etc., que estimulam a marginalidade, como “músicos”, merece passar pelo vexame inevitável da abertura do Mundial.

Dar um Jeito” (“We Can Find a Way”), a canção que servirá de ponta-pé inicial para o torneio, tem em sua letra a admiração pelos “espertalhões”, ensinando que o “jeitinho brasileiro”, exaltado até por ministros da República, é uma maneira adequada de se viver.

Tomara não contamine outras culturas.

Para piorar, enquanto a Itália abriu o seu Mundial, em 1990, com os três tenores, e a Rússia, recentemente, com a espetacular Anna Netrebko, o Brasil será representado pelo pagodeiro Alexandre Pires, em franca decadência, musicalmente, uma nulidade.

Perfeito, porém, para divertir o sorriso de Ronaldos, Bebetos e semelhantes, fazendo, ainda, a festa das empreiteiras, cartolas e clubes beneficiados pela derrama de dinheiro público da “Copa das Copas”, a crônica do roubo anunciado, e mal executado.

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