Audax e Bragantino chamam a atenção num paulistinha sem nenhuma empolgação
O início do paulistinha vem apresentando o que, de fato, se esperava de um torneio absolutamente desinteressante, com regulamento estapafúrdio, em que uma equipe pode se sagrar campeã sem vencer um jogo sequer, e ainda com maior número de derrotas do que empate: baixíssima média de público e futebol indigno de ser assistido.
Porém, dois clubes merecem atenção especial.
De toda a mesmice que se vê por ai, apesar das limitações financeiras, e de elenco, o Audax, do presidente Vampeta, vem apresentando uma maneira ousada de se portar dentro de campo, com toques de bola curtos, e alguma flexibilidade no posicionamento de jogadores.
Evidentemente, não é o Barcelona, mas procura se inspirar, corajosamente, na equipe espanhola.
A outra é o Bragantino, com estilo diferente, baseado no trabalho físico, elogiadíssimo por quem conhece do assunto nos bastidores do futebol.
Nenhuma equipe correu como o Braga no início do campeonato.
Seu preparador físico é Sandro Sargentim, profissional absolutamente qualificado e diferenciado no mercado, que estava no Corinthians e foi dispensado por razões políticas, para dar vaga ao filho adotivo de Joaquim Grava, Flavio Furlan, vulgo “monstrinho”.

